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Convidamos Espíritos para Frequentarem Nossa Casa?

É normal que, para visitarem nossa casa, convidemos pessoas que queremos.

Pessoas desagradáveis e mal-intencionadas não são bem vindas. Assim também esperamos que seja com os Espíritos. Mas podemos escolher as companhias espirituais que desejamos para que visitem nossa casa?

É fácil verificar que isto é diferente dos convidados encarnados. A forma de convite não é a mesma. A escolha dos Espíritos que vêm à nossa casa não ocorre por convites formais, MAS POR NOSSO CARÁTER E MODO DE VIDA. Pensamentos bons, positivos, sentimentos elevados, a prática do bem, da compreensão, do perdão e do Amor, o hábito sincero da oração, são atitudes que decidem os Espíritos que compartilham conosco o espaço de nosso Lar.

Conviver com seres desencarnados é inevitável em nossas vidas; como dizia um filósofo, podemos fechar as portas e as janelas de nossas casas, mas nunca estaremos sós. Não podemos evitar isso. No entanto, eleger as nossas amizades e cultivá-las é algo que depende de nossa conduta, de nossos pensamentos, sentimentos e ações.

Ricardo Baesso de Oliveira, de Juiz de Fora-MG, nos conta uma história interessante e nos ensina as providências que devemos tomar.

Na pequena cidade de Guarani, na zona da Mata Mineira, uma menina de cinco anos passou a vivenciar emoções estranhas. No cair da tarde, quando o pai retornava para casa, a pequena entrava em pânico, irritadiça, apontava para o genitor e punha-se a chorar copiosamente. Como o processo se prolongasse há semanas, a família buscou socorro no Centro Espírita da localidade.

A orientação foi essa: oração em conjunto, culto no lar e vigilância nos atos e pensamentos. Em poucas semanas a situação voltou ao normal.

A explicação veio depois.

O pai, ao sair da agência bancária onde trabalhava, passava em um boteco para tomar cerveja com os amigos e então se dirigia para sua residência. Levava consigo alguns Espíritos vinculados àquele ambiente. A menina via e registrava àquelas companhias e entrava em pânico.

As modificações operadas naquele lar criaram defesas espirituais e o fato nunca mais se repetiu.